Ansiedade de separação em bebês de 1 a 2 anos: como apoiar a adaptação
Entre 1 e 2 anos, chorar, se agarrar a você e resistir a ficar com outras pessoas quando você sai de perto — mesmo pessoas que a criança já conhece bem —...
Situação
Saúde emocional: ansiedade, medos, tristeza persistente e quando procurar psicólogo infantil.
8 artigos publicados
Entre 1 e 2 anos, chorar, se agarrar a você e resistir a ficar com outras pessoas quando você sai de perto — mesmo pessoas que a criança já conhece bem —...
Aviso: este conteúdo foi preparado pela equipe editorial de Dicas para Mães com base nas fontes citadas ao final do artigo. Ainda não passou por revisão de um profissional habilitado (psicólogo infantil, pediatra ou psiquiatra da infância). Não substitui avaliação profissional presencial — use-o para organizar observações e conversar com quem pode avaliar sua criança
Crianças pequenas não nascem sabendo nomear o que sentem — isso se aprende, principalmente, observando como os adultos ao redor nomeiam e lidam com as próprias emoções. Entre 3 e 5 anos, dar nome ao sentimento ("você está frustrado porque a torre caiu") é uma das ferramentas mais simples e eficazes para ajudar a criança
Elogiar não é o problema — a forma como elogiamos, sim. Trocar frases genéricas como "Que lindo!" ou "Você é demais!" por um reconhecimento específico do esforço, da escolha e do processo que a criança usou para chegar ali ajuda a formar uma autoestima mais sólida, que não depende de aprovação constante para se sustentar.
Vale considerar uma avaliação com psicólogo infantil quando mudanças de comportamento, humor, sono ou apetite da criança persistem — não um dia ou uma semana ruim isolados —, quando aparece uma regressão de desenvolvimento junto de outras mudanças, dificuldade recorrente na escola ou com colegas, queixas físicas sem causa médica encontrada, ou diante de uma
Observar sinais possíveis de autismo (TEA) entre 3 e 5 anos ajuda a decidir quando conversar com o pediatra — mas nenhum sinal isolado, nem uma lista de comportamentos observada em casa, permite concluir ou descartar o diagnóstico sozinha. Sinais como dificuldade persistente para compartilhar brincadeiras, pouca comunicação não verbal integrada à fala, movimentos repetitivos
Agitação, desatenção e impulsividade isoladas são comuns em muitas crianças e, sozinhas, não indicam TDAH. O que diferencia um quadro que pode merecer avaliação é esse padrão aparecer de forma persistente em mais de um ambiente — em casa e na escola, por exemplo —, ao longo de vários meses, com impacto real no dia
Se seu filho ou filha disse algo como "eu queria morrer", "eu quero me machucar" ou "eu queria não existir" — ou se você percebeu sinais claros de que a criança pode estar em risco imediato —, isso é uma emergência agora, não uma dúvida para pesquisar com calma. Não deixe a criança sozinha, mantenha-se